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domingo, 10 de julho de 2011

Rock Revolution


Rock Revolution é um game de ritmo musical, nos moldes de Guitar Hero e Rock Band, produzido pela Konami, disponível para Nintendo DS, Wii, PlayStation 3 e Xbox 360.

Com mais de 40 músicas, em versões covers, disponíveis no jogo e conteúdo extra para download, o game conta com uma jogabilidade já conhecida para players afeitos com o gênero. Para se dar bem, o jogador deve acionar os comandos no momento em que a ilustração, representando a nota musical, passa por um determinado ponto. Similar à Rock Band e Guitar Hero.


O jogo apresenta dois periféricos — nas versões para PlayStation 3 e Xbox 360 — que simulam instrumentos: um controle em forma de guitarra e outro semelhante a uma bateria.


Destaque para a bateria, que em Rock Revolution mostra-se diferente de qualquer título do gênero. Com o total de seis pads, o apetrecho possui três representando os tons, e três como pratos de ataque, independentemente da faixa musical a ser executada.


A versão para Nintendo Wii, em que os instrumentos são simulados pelo Nunchuck e o Wii Remote, os jogadores podem também realizar determinadas ações através dos controles, como quebrar seus instrumentos, atear fogo e até saltar.


Já na versão para Nintendo DS o jogador deve acionar os comandos através da tela sensível ao toque. Em todas as versões disponíveis, Rock Revolution conta com um repertório que varia desde Hard Rock até Pop Rock, divertindo e agradando a todos os estilos.
 

Rock Band 2


Rock Band 2 segue os passos do seu antecessor, que é hoje um dos jogos rítmicos mais apreciados ao redor do globo. Embora tenha mantido basicamente a mesma mecânica de jogo, novas possibilidades foram acrescentadas e até mesmo algumas faltas foram compensadas.

Talvez a maior novidade seja a possibilidade se seguir em turnê mundial com uma banda formada por jogadores offline e/ou online — em qualquer combinação. Além disso, todas as músicas do primeiro Rock Band poderão ser aproveitadas, inclusive para ajudar a compor vários desafios ao longo do jogo.

Agora também será possível criar um rock star muito mais à sua cara, com várias novas possibilidades que vão de roupas a tatuagens. Além disso, uma considerável falta do jogo original foi corrigida: pode-se agora escolher o instrumento que será empunhado pelo avatar.

Rock Band 2 deve também tapar uma lacuna do primeiro jogo, encerrando agora tutoriais para cada um dos instrumento, dos quais mais notável e divertido provavelmente seja o de bateria, que pode até mesmo ser considerada como uma boa introdução para se partir para uma bateria real. Será possível ajustar o número de batidas por minuto e também o tempo para sentir como as coisas vão funcionar no jogo.

Rock Band 2 ainda virá acompanhado de novos periféricos, que incluem uma reformulada Fender Stratocaster, um microfone USB e dois kits de bateria, sendo que um deles (o opcional, é claro) pode até mesmo ser utilizado como uma bateria eletrônica real.
 

Band Hero


Band Hero é a aposta da consagrada franquia Guitar Hero em um nicho mais casual, deixando um pouco de lado o rock, e abraçando o mainstream vendedor de discos. Basicamente, o que você vai encontrar aqui é um Guitar Hero 5 adaptado para uma audiência mais eclética. Quer dizer, mantém-se as estruturas, a nova possibilidade de se entrar e sair de uma “jam” a qualquer momento, de formar bandas bizarras com duas baterias ou três guitarras, etc.

Mas a Activision ainda se sente confortável para apostar na mesma premissa defendida pelas franquias atualmente: um jogo acessível para novatos, mas que não prescinde da complexidade que faz os músicos de notas coloridas mais devotados quererem gastar algumas horas a mais em frente ao console. Quer dizer, tudo basicamente igual, não fosse o novo setlist predominantemente voltado para o “pop rock” — inclua-se aí o famigerado “disneycore”, por exemplo.


Ao todo, o jogo traz mais de 65 músicas de alguns dos artistas mais populares do globo, do que de mais conhecido existe no “soft power” da indústria cultural. Entre os artistas já mencionados, aparece uma das maiores rendas de 2008: a cantora pop-contry Taylor Swift. Entre os outro “hit makers” do jogo, aparecem Avril Lavigne, Blink-182, KT Tunstall, Maroon 5, Snow Patrol, Fall Out Boy e The Killers.


Também estarão disponíveis os conteúdos para Download de Guitar Hero World Tou. Uma simbiose semelhante também é esperada quando Guitar Hero 5 der as caras. A versão para DS do jogo ainda vem munida de acessórios próprios, que pretendem deixar a experiência portátil de Band Hero algo mais convincente.
 

Guitar Hero: Van Halen


Terceiro aporte da série Guitar Hero baseada em bandas, Guitar Hero: Van Halen certamente cobre um hiato óbvio. De fato, seria difícil pensar em um nome que melhor represente o termo “guitar hero” do que o irreverente “shred guitar” Edward Lodewijk Van Halen, mais conhecido como Eddie Van Halen. O título mantém as mesmas características de Guitar Hero: Metallica.
Em GH: Van Halen você poderá encarnar versões pixealizadas/caricatas de Eddie Van Halen, Alex Van Halen, Wolfgang Van Halen e David Lee Roth. Entretanto, ficaram de fora Sammy Hagar, Michael Anthony e Gary Cherone.
Os integrantes da banda aparecerão inicialmente com o visual que tem hoje: que dizer, um tanto envelhecidos. Eventualmente, algumas conquistas poderão desbloquear o jovem Van Halen do início dos anos 80. Os caricatos personagens tradicionais de Guitar Hero também estarão presentes; supostamente, para tocar as músicas que não forem de autoria do Van Halen.Guitar Hero: Van Halen deve trazer um total de 25 músicas do épico início da banda. Entre as já confirmadas, aparecem “Panama”, “You Really Got Me”, “Ain't Talkin' 'Bout Love” e “Jump”. Especula-se ainda que três solos do virtuoso guitarrista devem estar presentes. A mesma especulação ainda abre margem para “Little Guitars”, “Spanish Fly”, “Cathedral” e “Eruption” (o icônico solo que eternizou Eddie Van Halen).
Como já é de praxe nos jogos da franquia Guitar Hero baseados em bandas, GH: Van Halen incluirá diversas músicas adicionais de bandas, em teoria, afins — embora nenhum catálogo razoável consiga agrupar Van Halen e, digamos, Blink-182 na mesma lista. Entre as presenças já confirmadas, aparecem Queen, Yellowcard (“The Takedown”), Queens of the Stone Age, Foo Fighters, Blink-182 e Weezer (“Dope Nose”) e Third Eye Blind (“Semi-Charmed Life”).
 

Guitar Hero: Metallica

 
O lendário quarteto californiano traz o melhor do heavy metal para a franquia Guitar Hero.
Em 1981 o jornal Recycler, de Los Angeles (estado da Califórnia) postou o seguinte anúncio no seu caderno de classificados:
"Baterista à procura de outros músicos de metal para jam ao som de Tygers of Pan Tang, Diamond Head e Iron Maiden".

E foi assim que nasceu uma das maiores bandas de thrash metal que já estouraram os tímpanos dos metaleiros da Terra. O baterista a procura de companhia era ninguém menos do que o próprio Lars Ulrich, que obteve uma resposta de um guitarrista chamado James Hetfield.
Estava feito o estrago. Desde então a dupla vem incendiando amplificados ao redor do mundo com o som alucinante da banda que é referência no mundo do metal, o Metallica. A banda construiu uma sólida carreira enquanto mastigava baixistas, malhava os piratas, reclamava da indústria fonográfica em geral e lavava a roupa suja na frente das câmeras (a ponto de filmarem um documentário a respeito da banda).
Agora é a vez do grupo californiano mudar de mídia e entrar de vez no mundo dos videogames. Desde a primeira edição da aclamada franquia de jogos rítmicos Guitar Hero, os fãs da banda e do jogo, vem pedido por canções do Metallica.
Depois de algumas presenças ilustres ao longo da série a banda finalmente será agraciada como uma edição comemorativa dedicada exclusivamente para o grupo. Guitar Hero: Metallica segue o exemplo de Guitar Hero: Aerosmith e deve trazer a jogabilidade patenteada da série com um tempero todo especial.

Where The Wild Things Are

A comparação com Guitar Hero: Aerosmith é inevitável e equivocada. Enquanto o conceito dos jogos seja o mesmo (celebrar as bandas título) a edição dedicada ao Metallica apresenta muitas diferenças em relação à versão do Aerosmith e algumas novidades a franquia.
Na maior parte, a jogabilidade permanece a mesma de Guitar Hero: Wolrd Tour, o que já difere da versão do Aerosmith que não oferece suporte para os outros instrumentos introduzidos na iteração mais recente da franquia.
Certamente o ponto mais relevante de Guitar Hero: Metallica é o novo nível de dificuldade Expert+, para a bateria. Esta opção de jogo exige um pedal extra para o conjunto, habilitando assim as linhas duplas de baixo (ausentes nas dificuldades inferiores).
Outra novidade é a modalidade de jogo Drum Over, que simplesmente remove todas as notas da bateria, concedendo liberdade total para que jogador toque o instrumento sem qualquer perigo de perder a música (excelente para os aspirantes a bateristas).

Metal Militia

YeahhhhhhhhA banda está incrivelmente bem representada no jogo, as modelagens, mesmo que exageradas (no estilo tradicional da série Guitar Hero), ainda guardam semelhanças com os artistas reais.
Sua aparência e especialmente seus trejeitos estão todos devidamente traduzidos para o videogame. As seções de captura de movimento nos estúdios da Neversoft certamente ajudaram a reproduzir o movimento de cabeça patenteado de Lars.
Além disso, os fãs de metal vão delirar com os extras do jogo, que trazem vídeos da banda e entrevistas exclusivas, bem como todos os bastidores da produção, incluindo as seções de captura de movimento e até mesmo a mixagem de algumas faixas.
Por falar em extras o jogo também trará um tonelada de imagens, pôsteres, notas de produção e até mesmo a letras das músicas. Em suma, tudo que um fã realmente quer. Se puder ser digitalizado ou fotografado certamente foi incluído dentro do jogo.

Wherever I May Roam

O sistema de progressão do jogo também sofreu algumas alterações se comparado a Guitar Hero Wolrd Tour. De certa forma esta nova edição se assemelha mais ao modelo dos títulos originais da série Guitar Hero.
Ao invés de agendar shows, você segue uma lista de músicas agrupadas. Entretanto, diferente dos primeiros jogos da série, você não precisa completar todas as músicas para seguir adiante, e pode escolher livremente entre todos os grupos.
Além disso, cada uma das músicas trará uma série de bônus atrelados, como os Metallifacts. Neste modo, você joga a música normalmente enquanto fatos sobre a banda e a música pipocam pela tela (como nos programa do canal de televisão VH1 ou da MTV).

The New Song

Guitar Hero III: Legends of Rock trouxe a música "One" e Guitar Hero World Tour presenteou os fãs com "Trapped Under Ice", Guitar Hero: Metallica trará 28 faixas escolhidas a dedo pela própria banda (incluindo pérolas como "Creeping Death", "Battery", "Welcome Home (Sanitarium)" e "Master of Puppets"), que também selecionou outros 21 artistas que compõem a expressiva trilha sonora do jogo.
A lista de músicas compreende muito bem a carreira da banda, sendo que os álbuns Ride the Lightning e Master of Puppets estão particularmente bem representados (boa notícia para os fãs), mostrando sua obra e oferecendo uma boa perspectiva das principais influências do grupo.
Outro ponto importante é que os jogadores que adquiriram o pacote Death Magnetic, que disponibilizou todas as faixas do novo álbum do Metallica aos jogos Guitar Hero III e Guitar Hero World Tour poderão transferir as músicas para o novo Guitar Hero: Metallica.
Os usuários do PS3 e Xbox 360 que não adquiriram o pacote vão encontrar a música "All Nightmare Long" do álbum incluída na trilha oficial do jogo, enquanto os jogadores do PS2 e Wii recebem as faixas "Broken Beat & Scarred", "Cyanide" e "My Apocalypse".
Ao que tudo indica Guitar Hero: Metallica vai servir de base para futuras edições especiais da franquia. Mostrando que o título pode ser atraente para os fãs e para os jogadores alheios aos protagonistas do título.

Guitar Hero II


Guitar Hero 2 é a seqüência de um dos jogos mais inovadores já lançados para o PS2 e Xbox 360. O objetivo é tocar clássicos do rock através de um controle especial em formato de guitarra. A mecânica é simples: há 5 botões no braço da guitarra, que correspondem aos trastes do instrumento, e um botão no corpo que simula as palhetadas. Para obter sucesso, o jogador deve casar o apertar dos trastes com as palhetadas, assim como em uma guitarra real, em ritmo e seqüência ditados pelo game.

O game disponibiliza as notas que devem ser tocadas de forma bastante semelhante a jogos como Dance Dance Revolution, por exemplo. Há uma linha do tempo na qual são indicadas quais notas estão por vir e, a partir dela, o jogador deve acompanhar a música. Um medidor no canto inferior direito da tela indica o nível de satisfação da platéia, sendo que ela é capaz de até lhe tirar do palco se não for suficientemente agradada.

A principal opção no jogo é o modo carreira, no qual o jogador deve realizar shows em diversos locais, desde um festival de bandas locais até grandes casas de show e estádios colossais. Entre as músicas que podem ser tocadas em Guitar Hero 2 estão "War Pigs", do Black Sabbath; "YYZ", do Rush; e "Sweet Child O'Mine", do Guns N' Roses. A grande maioria das composições foi regravada pela equipe de músicos dos desenvolvedores, contudo, algumas delas são gravações original, como "Stop", do Jane's Addiction.

O modo para 2 jogadores é bastante divertido, trazendo as opções face-off, pro face off e cooperative (nova opção na franquia). As 2 primeiras consistem basicamente em um duelo de guitarristas, no qual quem obter maior placar será o vitorioso. Já no modo cooperative, os 2 jogadores tocam na mesma banda, sendo um o guitarrista solo e o outro, guitarrista base ou baixista, dependendo da música.
 

Fable II


Fable 2 é um jogo que mistura diversos elementos de RPG — como a possibilidade de evoluir em diversos atributos — com muita ação. O game é a seqüência do título que ficou famoso por dar ao jogador a liberdade de praticar o bem ou o mau e apresentar as devidas conseqüências para cada ato. A aparência do jogador é influenciada pelo tempo e por sua conduta no game.

Entre as novidades que a seqüência traz em relação ao seu antecessor está a possibilidade de escolher o sexo do protagonista. Além disso, é possível se casar e ter filhos, que seguirão o seu exemplo, tornando-se bons ou maus em função das suas atitudes.

Todo o universo de Fable 2 pode ser influenciado pelo jogador. Como o game narra a história da vida do protagonista, o jogador se depara com conseqüências de suas atitudes a longo prazo também. Por exemplo, ao salvar um pequeno vilarejo de uma invasão, é possível vê-lo tornar-se em uma próspera cidade anos mais tarde.

Uma das maiores adições do título é o cão de estimação do herói. Além de auxiliar o jogador em batalhas e na exploração do cenário, o animal tem um apelo emocional. Suas atitudes são todas altruístas e voltadas ao herói, demonstrando seu amor incondicional que promete conquistar os jogadores.

Essa versão vem com as duas expansões, a Knothole Island e See the Future.
 

Star Ocean: The Last Hope


"Star Ocean: The Last Hope" é o mais novo capítulo de uma das franquias de RPG mais tradicionais da Square-Enix, de muito sucesso no Japão. A força da marca levou a Microsoft a mexer alguns pauzinhos para garantir a exclusividade do game no Xbox 360, como mais um passo para tentar conquistar os jogadores japoneses, que nunca viram muita graça nos consoles da empresa.

Para o bem ou para mal, a aposta parece ter sido bem segura. O game é um típico RPG oriental que faz a alegria dos nipônicos há décadas, sem muitas ousadias, o que pode desanimar aqueles que já se cansaram das fórmulas consagradas. Os fãs, no entanto, encontrarão muitas qualidades e surpresas na ambiciosa narrativa.
 

Culdcept SAGA


Um dos jogos de tabuleiro que cativaram dezenas de gerações foi Banco Imobiliário, onde cada jogador devia batalhar para atingir alta rentabilidade econômica, levando os adversários à falência. Culdcept Saga aproveita essa proposta, mesclando-a a uma imitação do jogo de cartas Magic.

O resultado é um jogo de tabuleiro virtual no qual você deve construir um deck de cartas mágicas. Ao invés de comprar uma das casas do tabuleiro, como no Banco Imobiliário tradicional, o jogador pode invocar o poder de uma dessas cartas, materializando um montro na casa em que se encontra.


Os gráficos usam o conceito de anime, apesar de serem tridimensionais, e a história — que é quase descartável, devido ao gênero do game — envolve um garoto que tem poderes mágicos sobre as tais cartas e deve ajudar o reino em que vive a se libertar.
 

Resonance of Fate


Resonance of Fate (End of Destiny, no Japão), primeiro título da Tri-Ace lançado fora dos auspícios da Square-Enix (a responsável agora é a SEGA), embora não pareça ter nenhuma pretensão de se desligar do estilo clássico dos RPGs nipônicos, parece particularmente inclinado a desembarcar alguns elementos capazes de dar novos ares aos heróis sem narizes.

Para quem não conhece, a Tri-Ace foi responsável também pelo famigerado Star Ocean, além de vários outros, como o menos memorável Infinite Undiscovery. A idéia da softhouse aqui parece estar ligada a uma história tão improvável quanto absurda, original e cativante, e que deve ser contada através de gráficos altamente estilizados, com uma ênfase particular em um sistema “realístico” de batalhas com armas de fogo. Tudo isso abençoado ainda por batalhas a La Hollywood.

O mundo mudou. Abrupta e drasticamente, a Terra acabou imersa em uma bola contendo toda sorte de gás nocivo ao ser Humano. É claro, muitos morreram, mas, um belo dia, elevou-se aos céus um gigantescos purificador de ar conhecido como Bazel. À sua volta, desenvolveu-se uma população que é nitidamente separada entre castas mais e menos favorecidas. No controle de um grupo paramilitar, você assumirá várias missões relacionadas à história principal e também paralelas.

Embora trata vários elementos clássicos, o sistema de batalhas em Resonance of Fate não focado em espadas gigantescas e magias devastadoras. Aqui as disputas são resolvidas através de duas coisas: tiros e acrobacias hollywoodianas. Quer dizer, quanto mais poderoso for o seu personagem, mais poderosas também serão as suas armas, e mais ostensivas se tornarão as suas acrobacias — em um estilo fortemente inspirado em filmes como Matrix e Equilibrium.
 

Sacred 2: Fallen Angel


Sacred 2: Fallen Angel é a seqüência do conhecido (sobretudo na Alemanha) Sacred, da modesta produtora Ascaron Entertainment. Agora, ao invés dos gráficos 2.5D do primogênito da série (que continha ambientes 2D com criaturas 3D), o jogo contém ambientes totalmente 3D com texturas bem detalhadas.

Mantendo muitas das características de seu antecessor (que lhe garantiram o não muito honroso título de “Diablo cover”), Fallen Angel ainda adiciona algumas dimensões, tais como a possibilidade de se escolher um caminho “bom” ou um “mau”, algo que determinará como os habitantes do vasto continente de Ancaria irão interagir com o personagem.

A mecânica de jogo focada em batalhas se mantém em Fallen Angel. Utilizando toda sorte de armas, magias ofensivas e até as mãos nuas, o jogador será conduzido a mais de 400 missões do tipo matar monstros, salvar pessoas e colecionar ouro, que também podem ser realizadas cooperativamente no modo multiplayer (para até 16 pessoas na versão para PC e 4 no jogo para Xbox 360).

Quem gostou do primeiro jogo e esperava algo com mais refinamento gráfico ou, ainda, boas possibilidades online (sem tirar o foco das batalhas), vai querer dar uma conferida em Sacred 2: Fallen Angel.
 

FaceBreaker


FaceBreaker é um jogo de boxe no melhor estilo arcade. Desenvolvido pela EA Canada, o jogo ficou sob responsabilidade da mesma equipe criadora do aclamado Fight Night: Round 3.

O título tem um tom humorístico expresso principalmente por seus gráficos com estilo cartum e pela personalidade de seus lutadores, todos incrivelmente estereotipados. Jogadores mais saudosistas podem traçar um paralelo com um grande clássico do passado, Punch-Out!!, lançado para o NES — popularmente conhecido como Nintendinho.

O nome FaceBreaker (quebrador de face) remete-se diretamente ao sistema de "deformação facial em tempo real” utilizado pelo jogo. Esse sistema faz com que o dano acumulado pelo personagem seja exibido diretamente no seu corpo e expressão facial.

O título também irá oferecer suporte a tecnologia Digimask que permite aos jogadores utilizarem periféricos de captura de imagem, como a PlayStation Eye e a Xbox Live Vision Camera, para fazer o upload de fotos do rosto do usuário, que por sua vez poderão ser utilizadas na personalização dos lutadores.
 

BlazBlue: Calamity Trigger


BlazBlue: Calamity Trigger é, em suma, um jogo de luta frenético e emocionante. E o melhor: a maior parte em 2D. Na realidade, o título desenvolvido pela ARC System Works é uma "continuação" para a renomada franquia Guilty Gear, tamanha a quantidade de semelhanças entre a jogabilidade e o visual dos games em questão.

Inicialmente, BlazBlue aparenta ser um jogo de luta extremamente tradicional e simples. Dois lutadores entram em uma arena e a batalha toma conta através de ataques normais e especiais. No entanto, há um sistema de luta complexo por trás dessa abordagem comum que o game realiza. Vários indicadores de energia e outras fontes de poder servem para que os jogadores executem os mais variados ataques e defesas.

Como a maioria dos clássicos títulos de luta em 2D, BlazBlue tenta mergulhar os jogadores em combates intensos através de modelagens simples e bonitas. Animações de peso fazem com que os ricos desenhos tomem vida e mostrem que os desenvolvedores da ARC têm muito a oferecer mesmo sem o uso de tecnologias 3D (empregadas, no game, apenas em alguns aspectos dos cenários).

O game tem suporte a Conquistas (Xbox 360) e Troféus (PlayStation 3). Além disso, os modos Arcade e Versus (até dois jogadores), são capazes de manter os jogadores presos ao game por muitas e muitas horas de pancadaria frenética. Há, também, muito direcionamento online, como a presença Rankings e salas de encontro entre jogadores.
 

Samurai Shodown Sen


Apresentado na E3 2009 no estande da Ignition, "Samurai Spiritis Sen", como foi lançado no Japão, sumiu do radar, para reaparecer agora nas mãos de outra distribuidora. A Xseed Games anunciou que obteve da SNK Playmore os direitos para publicar o jogo em território norte-americano.

O game, que se chamava "Edge of Destiny", foi rebatizado para algo mais próximo do original: "Samurai Shodown Sen". Nos consoles, o game sai apenas para Xbox 360, no segundo trimestre do ano.

"Samurai Shodown Sen" foi produzido pela K2 LLC ( de "Tenchu" ) e lançado no console da Microsoft no Japão em 10 de dezembro. O título traz suporte online e um elenco de 24 lutadores. Entre os novatos há muitos "estrangeiros", como Angelica, além um personagem que lembra um viking e um samurai com cabelo afro. Todos eles possuem seus "fatalities", que permitem o término de uma luta com o desmembramento de seu oponente.

Os controles lembram "Soul Calibur", com um botão para corte horizontal, outro para vertical e um terceiro para chutes. A diferença é que o último botão serve para movimentos especiais, como os arremessos. Apertando os dois botões de espada faz-se um ataque poderoso, que pode arrancar mais de 30% da energia do oponente, bem ao estilo de "Samurai Shodown".
 

Street Fighter 4


Street Fighter IV é a mais nova versão do jogo de luta que conquistou uma legião de fãs, durante a época dourada das casas de fliperamas.

O jogo dá seqüência a história dos lutadores que já renderam inúmeras adaptações para as mais diversas mídias, entre elas revistas em quadrinhos, versões animadas (incluindo uma série no estilo anime de longa duração que rendeu boas criticas) e até um filme estrelado pelo astro das artes marciais Jean-Claude Van Damme.


A mistura de personagens carismáticos e vilões enigmáticos com uma jogabilidade atraente e gráficos estilizados fizeram da franquia Street Fighter um sucesso mundial e apresentou alguns dos melhores títulos do gênero disponíveis no mercado.


Fãs de jogos de luta e da série certamente irão se deleitar com os embates de Ryu e Ken em mais uma versão deste fighter que conquistou seu lugar no “hall da fama” dos videogames.