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domingo, 10 de julho de 2011

FaceBreaker


FaceBreaker é um jogo de boxe no melhor estilo arcade. Desenvolvido pela EA Canada, o jogo ficou sob responsabilidade da mesma equipe criadora do aclamado Fight Night: Round 3.

O título tem um tom humorístico expresso principalmente por seus gráficos com estilo cartum e pela personalidade de seus lutadores, todos incrivelmente estereotipados. Jogadores mais saudosistas podem traçar um paralelo com um grande clássico do passado, Punch-Out!!, lançado para o NES — popularmente conhecido como Nintendinho.

O nome FaceBreaker (quebrador de face) remete-se diretamente ao sistema de "deformação facial em tempo real” utilizado pelo jogo. Esse sistema faz com que o dano acumulado pelo personagem seja exibido diretamente no seu corpo e expressão facial.

O título também irá oferecer suporte a tecnologia Digimask que permite aos jogadores utilizarem periféricos de captura de imagem, como a PlayStation Eye e a Xbox Live Vision Camera, para fazer o upload de fotos do rosto do usuário, que por sua vez poderão ser utilizadas na personalização dos lutadores.
 

BlazBlue: Calamity Trigger


BlazBlue: Calamity Trigger é, em suma, um jogo de luta frenético e emocionante. E o melhor: a maior parte em 2D. Na realidade, o título desenvolvido pela ARC System Works é uma "continuação" para a renomada franquia Guilty Gear, tamanha a quantidade de semelhanças entre a jogabilidade e o visual dos games em questão.

Inicialmente, BlazBlue aparenta ser um jogo de luta extremamente tradicional e simples. Dois lutadores entram em uma arena e a batalha toma conta através de ataques normais e especiais. No entanto, há um sistema de luta complexo por trás dessa abordagem comum que o game realiza. Vários indicadores de energia e outras fontes de poder servem para que os jogadores executem os mais variados ataques e defesas.

Como a maioria dos clássicos títulos de luta em 2D, BlazBlue tenta mergulhar os jogadores em combates intensos através de modelagens simples e bonitas. Animações de peso fazem com que os ricos desenhos tomem vida e mostrem que os desenvolvedores da ARC têm muito a oferecer mesmo sem o uso de tecnologias 3D (empregadas, no game, apenas em alguns aspectos dos cenários).

O game tem suporte a Conquistas (Xbox 360) e Troféus (PlayStation 3). Além disso, os modos Arcade e Versus (até dois jogadores), são capazes de manter os jogadores presos ao game por muitas e muitas horas de pancadaria frenética. Há, também, muito direcionamento online, como a presença Rankings e salas de encontro entre jogadores.
 

Samurai Shodown Sen


Apresentado na E3 2009 no estande da Ignition, "Samurai Spiritis Sen", como foi lançado no Japão, sumiu do radar, para reaparecer agora nas mãos de outra distribuidora. A Xseed Games anunciou que obteve da SNK Playmore os direitos para publicar o jogo em território norte-americano.

O game, que se chamava "Edge of Destiny", foi rebatizado para algo mais próximo do original: "Samurai Shodown Sen". Nos consoles, o game sai apenas para Xbox 360, no segundo trimestre do ano.

"Samurai Shodown Sen" foi produzido pela K2 LLC ( de "Tenchu" ) e lançado no console da Microsoft no Japão em 10 de dezembro. O título traz suporte online e um elenco de 24 lutadores. Entre os novatos há muitos "estrangeiros", como Angelica, além um personagem que lembra um viking e um samurai com cabelo afro. Todos eles possuem seus "fatalities", que permitem o término de uma luta com o desmembramento de seu oponente.

Os controles lembram "Soul Calibur", com um botão para corte horizontal, outro para vertical e um terceiro para chutes. A diferença é que o último botão serve para movimentos especiais, como os arremessos. Apertando os dois botões de espada faz-se um ataque poderoso, que pode arrancar mais de 30% da energia do oponente, bem ao estilo de "Samurai Shodown".
 

Street Fighter 4


Street Fighter IV é a mais nova versão do jogo de luta que conquistou uma legião de fãs, durante a época dourada das casas de fliperamas.

O jogo dá seqüência a história dos lutadores que já renderam inúmeras adaptações para as mais diversas mídias, entre elas revistas em quadrinhos, versões animadas (incluindo uma série no estilo anime de longa duração que rendeu boas criticas) e até um filme estrelado pelo astro das artes marciais Jean-Claude Van Damme.


A mistura de personagens carismáticos e vilões enigmáticos com uma jogabilidade atraente e gráficos estilizados fizeram da franquia Street Fighter um sucesso mundial e apresentou alguns dos melhores títulos do gênero disponíveis no mercado.


Fãs de jogos de luta e da série certamente irão se deleitar com os embates de Ryu e Ken em mais uma versão deste fighter que conquistou seu lugar no “hall da fama” dos videogames.
 

Naruto: Ultimate Ninja Storm 2


Naruto: Ultimate Ninja Storm trouxe o estilo da série Ultimate Ninja para a atual geração. Agora, é hora de Ultimate Ninja Storm 2 levar a pancadaria clássica do “Ninja da Aldeia da Folha” também para o Xbox 360, ocupando-se ainda de estrear na atual geração o arco de histórias Shippuden — fase adolescente de Naruto e Cia. —, para qual a CyberConnect2 desenvolveu uma narrativa entremeada de efeitos dramáticos.

Com Ultimate Ninja Storm 2, a desenvolvedora CyberConnect2 manteve estilo semelhante ao do seu antecessor. Há a combinação entre os visuais apurados dos animes com porções bojudas de história e batalhas frenéticas. Os gráficos também mantém seu estilo clássico, com efeitos cel-shaded (o popular efeito cartum) e ambientes tridimensionais. Complementando o estilo cartunesco, os planos de fundo do jogo trazem belos traços feitos à mão.

Sob seu controle, um dos 40 personagens da série. Entretanto, assim como ocorria no primeiro título, você iniciará escolhendo três personagens, que podem ser trocados livremente durante as batalhas. O sistema de combate clássico também atravessou diversas melhorias. A desenvolvedora também resolveu dar maior atenção ao feedback proporcionado pelos fãs do primeiro jogo.

Entre os pedidos dos fãs, aparecia uma quantidade ainda maior das pitorescas batalhas contra chefes do primeiro jogo. Desejo atendido, e o melhor exemplo é a luta contra Kakashi. Embora a primeira parte do embate se dê de forma bastante previsível, após o sensei perder uma quantidade considerável de energia, uma cena de corte traz cenas de animação, e aparecem os já tradicionais mini games — nesse caso, aperte desesperadamente os botões para carregar o máximo possível uma explosão de energia. O mesmo padrão se repete em outros chefes.
 

Dragon Ball Raging Blast 2


Dragon Ball: Raging Blast 2 mantém basicamente a mesma proposta do seu antecessor Raging Blast que, por sua vez, carregava a alcunha de “sucessor espiritual” da consagrada série Budokai Tenkaichi nas novas gerações. Entretanto, a desenvolvedora Spike Co. resolveu inclinar os ouvidos aos fãs de longa data do game com o intuito de não apenas criar um jogo mais abrangente, mas também corrigir alguns erros da primeira edição.

Raging Blast 2 traz mais de 90 personagens do universo de Dragon Ball, sendo 20 deles totalmente inéditos na franquia. Em termos de estilo, trata-se da mesma pancadaria com pirotécnica, com Sayajin, Super Sayajins e Kamehamehas. Isso significa: lutas em terra, pelo ar, explosões apoteóticas, gritos e tudo o mais que constrói um bom jogo de Dragon Ball o que fica ainda mais interessante com os elementos destrutíveis dos cenários.

Os controles permanecem basicamente os mesmos, embora os comandos estejam agora mais acessíveis, a fim de facilitar a inclusão de novos jogadores embora o sistema de combos tenha passado por uma revisão. Em relação à câmera, uma boa notícia: as tomadas excêntricas do primeiro jogo estão mais contidas agora, permitindo, por exemplo, que a câmera tenha sempre ambos os personagens em quadro.

Raging Blast 2 traz um modo história expandido em relação ao primeiro título. São mais arcos de história cobertos, com ainda mais lutas memoráveis incluídas Vegeta e Freeza. A história é contada unicamente através das lutas, sem adição de animações. Raging Blast 2 ainda conta com sete modos adicionais, itens desbloqueáveis, novo tratamento gráfico além de um verdadeiro presente para os fãs de carteirinha da série: áudio original em japonês.
 

Marvel Vs. Capcom 3: Fate of Two Worlds


Sinopse:Marvel vs. Capcom 3: Fate of Two Worlds marca o retorno do aclamado “crossover” Marvel vs. Capcom 2 — sequência que vinha sendo pedida há mais de dez anos pelos fãs da série. Mas não, aparentemente a softhouse não vai simplesmente remaquiar MvsC 2.

Até por que, a justificativa para a demora no desenvolvimento dos personagens é colocada na reinvenção da série: trata-se, em teoria, de um jogo inteiramente novo. Marvel vs. Capcom 3 deve contar com aproximadamente 30 personagens divididos igualmente entre os universos Capcom e Marvel. O detalhamento gráfico e as reações físicas ficaram a cargo da MT Framework, mesma “engine” que rege as coisas em Lost Planet 2 e Resident Evil 5. Já o visual, traz um autêntico estilo cartunesco.


O jogo ainda traz a volta dos “hyper combos”, e também de diversos modos online, seguindo um estilo bem parecido com o da versão relançada de Marvel vs. Capcom 2. Marvel vs Capcom 3: Fate of Two Worlds também apresenta uma trilha sonora totalmente reformulada — quer dizer, chega do pop irritante (embora um tanto nostálgico) de MvsC 2.