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terça-feira, 12 de julho de 2011

Operation Flashpoint 2: Dragon Rising


Após anos de espera e um certo impasse entre a Codemasters e a Bohemia Interactive, finalmente um dos melhores jogos táticos de tiro recebe continuação, desde que despontou no mercado em 2001. Com jogabilidade realista e fazendo uso da Neon Engine — usada em Dirt, a Codemasters apresenta ao mercado um título com um arsenal invejável, mapas imensos e veículos variados, tudo alimentado por uma mecânica que prima pelo desempenho individual do soldado, mas que nem por isso deixa de lado a qualidade tática e estratégica que deram fama à série.
A história apresenta um conflito hipotético travado entre a Rússia e a China devido à descoberta de recursos minerais em um arquipélago na costa leste da Rússia. Após uma invasão forte da China — referido no título como a "Ascenção do Dragão", o jogador entra na história como integrante de um esquadrão enviado para o local pelos Estados Unidos. Com cerca de 50 armas com peças intercambiáveis e inúmeros veículos, dentre caças, helicópteros, tanques e anfíbios, Dragon Rising possui um grau de realismo alto, com atenção para o comportamento balístico dos projéteis e reações físicas das explosões e dos disparos das armas.
Os gráficos são ricos, com vegetação dinâmica e modo de multiplayer estável. Para os criativos, existe um editor de mapas que pode servir para estender ainda mais a vida útil de tanta guerra e tiroteios.
 

BioShock 2


BioShock 2 é a aguardada sequência para o game homônimo de FPS (First Person Shooter, ou tiro em primeira pessoa numa tradução livre para o português). Desenvolvido pelos estúdios da 2K Games, o jogo agora traz novas possibilidades a uma cidade já conhecida pelos jogadores, Rapture.

A trama do game se passa dez anos após os eventos do primeiro BioShock. A cidade encontra-se em caos, e as Little Sisters, crianças coletoras da substância ADAM, não estão mais espalhadas pelo local. Mas, uma das garotas conseguiu escapar das garras dos jogadores, e decide retornar para Rapture para restaurar o local. Agora ela é uma Big Sister, a vilã do game.

No game, você assume o controle de um Big Daddy, uma das principais ameaças do primeiro game. Na pele do primeiro titã, você terá à sua disposição todo o arsenal da criatura. Brocas, lança-chamas, metralhadoras e lançadores de granadas feitos especialmente para você são apenas alguns dos itens de destruição. Você ainda contará com a possibilidade de utilizar Plasmids, substâncias que fornecem poderes sobre-humanos aos usuários.

O clássico “Incinerate” está de volta, e pode ter seu poder de fogo significativamente aprimorado. Outra novidade é que agora é possível combinar habilidades diferentes, o que resulta em ataques únicos e mais potentes. Além disso, jogadores podem utilizar simultaneamente armas e Plasmids, algo indisponível no primeiro jogo.

As Little Sisters voltarão a perambular a cidade depois da chegada da Big Sister, e você as encontrará com frequência. Junto a elas, estarão outros Big Daddys e para interagir com as crianças é necessário eliminá-los. As opções de interação envolvem “Harvest”, na qual o jogador sacrifica a Little Sister e obtém uma grande quantia de ADAM, e “Adopt”. A adoção faz com que a personagem caminhe ao seu lado, indicando corpos para coleta de ADAM.

BioShock 2 é indispensável para os fãs do primeiro game. As novas possibilidades e a nova inimiga, a Big Sister, são apenas alguns dos fatores que tornam o game atraente. Há ainda a possibilidade de o jogo suportar modos para multiplayer, mas nada ainda foi confirmado.
 

Tom Clancy's Rainbow Six Vegas


São 13,5 milhões de cópias vendidas desde o surgimento da série "Rainbow Six", então exclusiva para computadores, em 1998. De lá pra cá, a série, além de dar vida a um no estilo de ação, misturando tática e estratégia, ganhou os videogames e, agora, a nova geração de consoles, com "Rainbow Six: Vegas". Claro, o PC que foi o berço da série não foi esquecido.

Como o próprio título sugere, desta vez o jogo se desenrola na cidade de Las Vegas, invadida por terroristas, o que significa que chegou a vez dos soldados da equipe Rainbow passearem pelos suntuosos cassinos da famosa cidade norte-americana, em meio a mesas de pôquer e caça-níqueis.

O desenvolvimento é de responsabilidade do estúdio de Montreal da Ubisoft que, dentre outras criações, deu vida a "Rainbow Six: Raven Shield", e agora dá continuidade ao sucesso, tirando vantagem da capacidade de hardware moderno do PC e videogames para elevar os níveis de realismo e recursos multiplayer.

Novamente, a estratégia será um ponto fundamental para derrotar todos os oponentes, mas, agora, não haverá mais a tela de planejamento, sendo o seu grupo, de três ou quatro soldados, sendo lançados no meio da ação sem saber de nenhum detalhe da situação.

A tática deve ser decidida no ato, num novo dispositivo de controle chamado de "on-the-fly", que varia conforme o momento. Você pode se comunicar com seus companheiros, cada qual com sua personalidade, que pode resultar em ação diferenciadas dependendo da situação.

"Rainbow Six: Vegas" inaugura um novo mecanismo gráfico (engine), que trará muito mais objetos destrutíveis na tela. Agora, esqueça os kits médicos no meio do caminho. Assim como "Halo", desta vez, a energia dos soldados se receperará com o tempo.

"Rainbow Six: Vegas" é um jogo para PC, PS3 e Xbox 360. Uma adaptação para o PlayStation 2 também está nos planos da Ubisoft.
 

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Metro 2033: The Last Refuge


Metro 2033: The Last Refuge é um jogo de tiro em primeira pessoa (FPS) desenvolvido pela 4A Games e distribuido pela THA. Este é o primeiro projeto da desenvolvedora russa, que também desenvolveu uma engine própria para o jogo.
O jogo é uma adaptação do romance cult, Metro 2033, do autor russo Dmitriy Glukhovskiy. A novela acompanha a saga dos sobreviventes de uma guerra nuclear que começou no ano de 2012. Os destroços tomam conta da paisagem ao redor do mundo e a mãe Rússia tenta se erguer das cinzas.
Em 2033 (como o nome do jogo já sugere), nas entranhas do capital russa, os poucos sobreviventes buscam refúgio no meio do caos. Os túneis abandonados do sistema de metrô servem de lar para os últimos homens do que antes foi uma civilização.
Mas eles não estão sozinhos. A supremacia do mundo já não está nas mãos de humanos, mas sim nas garras de seres mutantes, criados a partir da mesma radiação que outrora servia aos desejos dos homens.
Na pele de Artem (um jogo soldado), você deverá alcançar o centro do metrô, a Polis, para avisar a população da ameaça que está surgindo no setor nordeste do abrigo (os ataques dos mutantes Darkness).
O jogo incorpora vários elementos do livro na sua jogabilidade, como por exemplo: as diferentes estruturas políticas presentes nos vários setores do abrigo nuclear. Conforme o herói embrenha-se pelos túneis, ele encontrará outros sobreviventes, cada um com crenças e sistemas de “governo” independentes dos outros.
 

Blacksite: Area 51


Blacksite: Area 51 é um jogo de tiro em primeira pessoa baseado na liderança e trabalho em equipe. Tanto os elementos da jogabilidade quanto fatos ocorridos ao longo do jogo levam os personagens a um conflito moral, que é explorado de diversas formas.

Você assume o papel de Aeran Pierce, um comandante das forças especiais que deve conter uma invasão alienígena a uma cidadezinha no estado de Nevada, Estados Unidos. Para ajudá-lo, Pierce tem dois soldados subordinados, Cody Grayson e Mitchell Ambrose, um matador implacável e um soldado idealista que se atém a ordens, respectivamente.

O grande diferencial do game é a necessidade de utilizar sua equipe de forma tática através de ordens como arrombar portas ou dar cobertura. Os soldados subordinados cumprem suas ordens, entretanto, eles são tomados pela desilusão ideológica, desânimo e fadiga caso o jogador não seja um líder responsável.

As modalidades multiplayer online incluem os clássicos Death-Match, Team Death-Match e Capture-the-Flag, além dos modos Human vs. Reborn e Siege (modalidade na qual o jogador deve capturar os membros do esquadrão inimigo).
 

Singularity


Singularity é um first-person shooter, ou jogo de tiro em primeira pessoa, que se passa em uma realidade fictícia onde experimentos russos com o chamado Elemento 99 deram errado durante a Guerra Fria, deixando o local desolado. O jogador entra na pele de um piloto que deve resgatar seu parceiro, ao mesmo tempo em que lida com estranhos acontecimentos temporais.

A peça central da trama é um dispositivo possuído pelo jogador que controla o tempo. É possível viajar através das décadas, congelar objetos, fazê-los ir para frente ou para trás no tempo, entre outras funções. O “relógio” também pode ser usado para desarmar inimigos, arremessá-los e fazê-los envelhecer.

A ambientação inteira envolve a sensação de abandono causada por um local devastado. O silêncio predomina em diversos pontos, pois não há narrador ou comandante enviando ordens para o protagonista. Para os que gostam de jogos de tiro mais focados em suspense do que ação direta e tiroteio, este título é um prato cheio.
 

Sniper Ghost Warrior


A guerra está prestes a ser encarada de outro ângulo. Em Sniper: Ghost Warrior você assume o papel de dois atiradores de elite do exército americano, que foram incumbidos da tarefa de viajar até o país fictício de Truena — situado na América do Sul — para libertá-lo das forças opressoras da ditadura.

Ao contrário de muitos jogos modernos de tiro em primeira pessoa, o foco de Sniper reside justamente na capacidade do jogador agir como um atirador de elite, buscando os melhores pontos para a execução de seus alvos, sem ser pego em meio ao caminho ou ainda depois do disparo. Vale notar que a selva e a cidade abrigam inúmeras trilhas alternativas, o que incentiva o fator de exploração.

O momento do disparo é simulado com muito realismo, incluindo dados de batimentos cardíacos (que quanto mais acelerados — seja depois de corridas ou em momentos de tensão — mais dificultam o controle da respiração e da precisão), medidores de velocidade, distância e até mesmo indicadores de pontos vitais nos alvos.

É claro que o game não é feito apenas de missões sigilosas, afinal, muitos dos trechos envolvem combates diretos com metralhadoras, com o diferencial de que eles requerem atenção especial do jogador em relação à sua vida, recuperada através do uso de kits médicos. Ao todo são mais de quinze missões com muito realismo, para os amantes da arte do tiro de precisão.
 

Turok


Baseado em história em quadrinhos, "Turok" só ficou amplamente conhecido quando a produtora Acclaim lançou uma versão do jogo para o Nintendo 64, intitulada "Dinosaur Hunter". Após diversas seqüências, e agora sob as mãos de um novo estúdio, "Turok" leva para a nova geração de consoles a história do soldado perdido no tempo, Joseph Turok.

O cenário? Um planeta biologicamente alterado num futuro distante, como não poderia deixar de ser. O objetivo principal em "Turok" será viajar para este planeta e destruir um criminoso de guerra chamado Kane, mas ao chegar nesse lugar dominado pela selva, ficará claro que a meta é mesmo sobreviver.

Como tradição, o jogador desbrava os ambientes ao lado de seu esquadrão de soldados, que portam as mais modernas e sofisticadas armas. Porém, em meio a uma caçada em que você se torna o alvo principal, armas brancas - como facas e arcos - são melhores aproveitadas - considerando ainda o sistema de espionagem que promete ser somado ao game.

E se você pensa que os aliados de Kane são seus principais inimigos, é melhor se lembrar da presença de dinossauros e outros predadores. Como seres irracionais, eles podem atacar tanto o jogador quanto aos seus inimigos e outras espécies - o famoso T-Rex é apenas um dos seres que promete fazer estrago.

A mecânica desse novo "Turok" promete inovar em diversos aspectos, focando principalmente no sistema de câmeras, que, entretanto, continuará com a visão em primeira pessoa. Ao ser atacado por um dinossauro, por exemplo, a câmera se posicionará em um ângulo que permitirá ver exatamente o tamanho de sua falta de sorte. A saída será, então, sacar uma arma e lutar para derrotar ou afugentar o monstro.

Graficamente, o game apresentará muita ação em todos os cantos da tela, com diversos combates acontecendo simultaneamente, muitas explosões e cenários destrutíveis. A Propaganda Games, que cuida da produção, afirma que os dinossauros têm um sistema distinto de inteligência artificial, o que promete deixar o jogo mais equilibrado.

"Turok" promete, além de muita ação no modo solitário, um modo multijogador animador. O título chega com a premissa de reacender a chama de uma franquia que já divertiu milhares de jogadores, mas, que devido a versões não tão bem produzidas, ficou literalmente perdida no tempo.
 

Black


Black é um jogo de tiro em primeira pessoa pouco focado nos tiroteios intensos ao invés da estratégia e ataques táticos. Apesar de não apresentar batalhas sangrentas e extremamente brutais, o título é apresentado sob uma perspectiva cinemática à la Hollywood. Contando com armas extremamente detalhadas e cenários altamente destrutíveis, o jogo traz uma nova proposta ao gênero.

Você incorpora Jack Kellar, um sargento de primeira classe da CIA que apresenta um pequeno problema ao aceitar ordens. Um homem cuja identidade não é revelada leva Kellar, algemado, a uma sala de interrogatório, questionando-o sobre a operação terrorista chamada, Seventh Wave, a qual o sargento havia presenciado em uma missão há quatro anos. Kellar, então, narra sua história, que é sentida na pele pelo jogador.


O título apresenta poucas novidades em relação aos seus congêneres. O maior diferencial de Black fica por conta da aparência geral do game, que conta com a simulação de efeitos cinemáticos como a profundidade de campo — que foca ou desfoca de acordo com a perspectiva — e armas bastante detalhadas.


Ao perder uma grande quantidade de energia, o jogador entra em um modo especial, no qual a tela fica preta e branca e tudo fica mais lento. As batidas do coração do sargento ecoam alto alertando o jogador de que podem ser as últimas.
 

Brink


Brink é um jogo de tiro em primeira pessoa distribuido pela Bethesda (produtora de Fallout 3), e se passa em 2035, quando uma série de catástrofes ambientais passou a impedir a vida humana no planeta Terra.
O único local que se mantém seguro para a vida humana é uma cidade flutuante isolada do resto do mundo, intitulada The Ark. Como é de praxe, porém, a humanidade não parou de se destruir e agora existem duas facções dentro da cidade: The Security e The Resistance.
Utilizando um sistema de jogabilidade inovador e possibilidade de customização de seu personagem num nível muito profundo (similar ao de Mass Effect), o título desenvolvido pelos mesmos criadores de Quake Wars possui diversificação suficiente para não ser considerado “apenas mais um jogo de tiro em primeira pessoa”.